terça-feira, 3 de agosto de 2010

"Aprendi que não posso exigir o amor de ninguém, posso apenas dar boas razões para que gostem de mim e ter paciência para que a vida faça o resto" - Willian Shakespeare

Boa noite,

Eu olho para o lado e não alcanço você. Não há você caminhando ao meu lado, não há você no telefone a contar teu dia, nem há você nas noites sem você.

Eu te vi no meu sonho de ontem, acenando de longe. Estavas com uma mala na mão, indo embora. De repente a mala abriu, como se o fecho estivesse solto ou quebrado e cairam palavras, frases inteiras que volitavam em minha direção. Eu as lia e chorava. Um monte de despedidas, de todas as formas, entravam no meu coração, esvaziando meu peito e deixando-me cada vez mais fraca.

E eu lia as palavras e não percebi que você estava desaparecendo, indo embora. Eu lia e desabei de joelhos sem forças. Não consegui mais levantar. Acordei chorando. O sonho ainda está vívido, hoje o dia todo. E não é sonho, não tenho você, não existe mais você fora do sonho.

E foi assim hoje, ontem e toda a semana. Saudade de você, de mim com você.

Sem abraço, estou sem braços.

Simone.

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